Arquivo da categoria: Curiosidades

Fatos curiosos sobre os filmes, atores, equipe de produção e relacionados.

O Dólar Furado

Fonte: filmesparadoidos.blogspot

Fonte: filmesparadoidos.blogspot

Difícil imaginar um mundo em que os homens andam armados e atiram de graça? Não em O Dólar Furado. Já havíamos falado desse filme aqui no blog, na lista dos melhores filmes Western, mas a genialidade desse filme merece um post só para ele.

Clássico do Western Spaghetti, o filme se passa no período do fim da guerra da Secessão, entre o norte e o sul dos Estados Unidos, o protagonista Gary (Giuliano Gemma) e seu irmão Phil O’Hara (Nazzareno Zamperla) são sulistas, derrotados na batalha e libertados de um campo de prisioneiros de guerra.  Para humilhar os sulistas, os nortistas devolvem suas armas com os canos cortados, o que arruína a mira das armas.

Para refazerem suas vidas após o conflito, os irmãos se separam, Phill parte em busca de uma nova vida e Gary volta ao seu rancho para reencontrar a esposa Judy (Ida Galli).

Algum tempo depois, Gary também decide viajar para tentar trabalho em outra cidade, e parte, dizendo a sua esposa que escreverá a ela, para que vá ao seu encontro assim que ele conseguir trabalho. Gary deixa tudo que tem com a esposa, e leva apenas um dólar no bolso. Após uma longa viagem, Gary chega à cidade de Yellowstone, que está sendo dominada por um figurão, McCory (Pierre Cressoy), que no início se faz de bonzinho mas depois mostra a que veio.

À procura de emprego, Gary procura McCory, que lhe dá uma missão: matar um bandido chamado Black Eye, que teoricamente está infernizando a vida dos moradores da cidade. Em uma emboscada num cabaré, Gary vai atrás de Black Eye, e acaba descobrindo que o “bandido” na verdade é seu irmão Phill. Gary se revolta ao descobrir que estava prestes a matar o próprio irmão, e ambos acabam sendo atingidos pelos homens de Mc Cory, Phill morre e Gary é milagrosamente salvo, pois o tiro atinge o único dólar que levava no bolso.

Fonte:filmesparadoidos.blogspot

Fonte:filmesparadoidos.blogspot

Os capangas pensam os dois morreram e entregam seus corpos a uma comitiva de sulistas que passavam pela cidade. Quando estão prestes a enterrá-los na estrada, a família de sulistas descobre que um dos rapazes está vivo, e foi salvo graças a um dólar que carregava no bolso. A partir daí Gary arma um plano para se vingar de Mc Cory, e descobre que na verdade o mau caráter força os pequenos fazendeiros locais a venderem suas propriedades para ele a preço de banana, e lidera um grupo de bandidos que apavoram as pessoas que não cumprem suas determinações. Na verdade, Phill não era um bandido, mas enfrentava Mc Cory e seu bando, e ajudava os pequenos fazendeiros de Yellowstone.

O que surpreende em O Dólar Furado? É uma história de coragem, ambientada em um mundo estranho, mas fantástico, em um velho oeste onde os homens têm honra, armas e ideais bons ou ruins, coisas que dificilmente vemos nos dias de hoje, nos filmes ou na vida real. Claro que a violência gratuita choca os mais certinhos, e o número de pessoas mortas no decorrer do filme talvez ultrapasse o de 300, mas eu particularmente gosto dessas histórias de coragem, com mocinhos obstinados que lutam por um ideal até o fim.

Vale a pena assistir, e sair por aí assobiando a inesquecível música tema do filme aos quatro ventos.

Fonte:riogrande.rs.gov.br

Fonte:riogrande.rs.gov.br

Curiosidade: como o filme tenta se passar por uma produção norte americana, apesar de  ter sido produzido na Itália (estratégia de marketing comum na época),  todos os atores utilizavam  pseudônimos norte americanos,  Giuliano Gemma por exemplo era “Montgomery Wood”, Nazzareno Zamperla era “Nick Anderson”, Ida Galli era “Evelyn Stewart” e até o diretor Giorgio Ferroni foi rebatizado de “Calvin Jackson Padget”. Ainda bem que a moda não pegou, não é?

O Dólar Furado (Un Dollaro Bucato/
One Silver Dollar 1965, Itália/França)

Direção: Calvin Jackson Padget (Giorgio Ferroni)
Elenco: Montgomery Wood (Giuliano Gemma), Evelyn
Stewart (Ida Galli), Peter Cross (Pierre Cressoy) e
Max Dean (Massimo Righi).

O Dólar Furado – Trailer

Grease – Nos Tempos da Brilhantina

Vamos falar hoje de um dos maiores sucessos da década de 70, “Grease” ou melhor “Nos tempos da brilhantina”, esse filme é espetacular e é um dos musicais mais conhecidos do cinema até hoje, ainda é lembrado por todos com um belo clássico cinematográfico. O filme “Grease” foi rodado no ano de 1978, contou com a participação de John Travolta e Olivia Newton-John e foi dirigido por Randal Kleiser .

Relatos dizem que o nome original “Grease” vem de uma subcultura de jovens trabalhadores norte-americanos conhecidos como “greasers”, ou melhor gangues de rua, existentes no nordeste e no sudeste dos Estados Unidos nos anos 50. O estilo de vida dos Jovens “Greasers” se tornou muito popular na época entre a juventude americana devido à seu aspecto de rebeldia nos costumes e no modo de agir desses grupos.

O Orçamento de Grease foi de US$ 6 milhões, sendo que arrecadou US$ 360 milhões nas bilheterias de todo o planeta. Teve uma continuação (“Grease 2”) em 1982 com Michelle Pfeiffer no papel principal, mas não obteve o mesmo sucesso.

Sinopse

O filme ocorre na Califórnia na década de 50, quando a australiana Sandy (Olivia Newton-John) se apaixona por Danny (John Travolta) enquanto estava de férias nos Estados Unidos, ambos acabam trocam juras de amor, mas quando o verão acaba Sandy tem que voltar para a Austrália e o casal se separa. Porém os pais dela decidem mudar de idéia e permitem que ela fique e ela acaba indo para o mesmo colégio de Danny. Embora os dois ainda estejam apaixonados ele a trata totalmente diferente e começa a esnobá-la. Líder da gangue dos T-Birds, ele tem uma reputação a manter e não pode ficar namorando apenas uma garota. Sandy fica desapontada, pois não consegue se adaptar à nova vida. Esta trama retrata a vida e o comportamento dos jovens daquela época. Grease – Nos Tempos da Brilhantina foi o grande sucesso de 1978.

Beijos no cinema

Beijos…nada melhor do que isso, em um dia frio como hoje.

Os mais antigos relatos sobre o beijo remontam a 2500 a.C., nas paredes dos templos de Khajuraho, na Índia. Diz-se que na Suméria, antiga Mesopotâmia, as pessoas costumavam enviar beijos aos deuses. Na Antiguidade também era comum, para gregos e romanos, o beijo entre guerreiros no retorno dos combates.

Era uma espécie de prova de reconhecimento. Aliás, os gregos adoravam beijar. Mas foram os romanos que difundiram a prática. Os imperadores permitiam que os nobres mais influentes beijassem seus lábios, e os menos importantes as mãos. Os súditos podiam beijar apenas os pés. Eles tinham três tipos de beijos: o basium, entre conhecidos; o osculum, entre amigos; e o suavium, ou beijo dos amantes

Falando de beijo, achei uma seleção de beijos no youtube sobre beijos ao longo da história do cinema, muitos deles, são beijos inesquecíveis e super comentados na área cinematográfica.

Vale apena dar uma olhadinha…assista e comente qual foi o melhor.

O segredo de Brokeback Mountain – O Beijo

Titulo Original: Brokeback Mountain

 

Aproveitando o clima de beijos homossexuais no cinema, esclarecemos que tais cenas só tiveram espaço nas telonas a partir da década de 1970, quando a luta pelos direitos LGBT já estavam em pauta em vários países. E um ótimo filme para assistir ainda com o tema de beijo homossexuais é o famoso “Brokeback Mountain“ aqui no Brasil o filme ganhou o nome de “O segredo de Brokeback Mountain“ e foi um tremendo sucesso por sua originalidade.

“Brokeback Mountain“ é u filme norte-americano canadense do ano de 2005, de gênero romance dramático e foi dirigido pelo cineastra taiwanês Ang Lee a partir de um roteiro escrito por Diana Ossana e Larry McMurtry no final da década de 1990. Este filme teve sua estreia em 9 de dezembro de 2005 nos Estados Unidos, e somente em 3 de fevereiro de 2006 foi estreado no Brasil. Brokeback Mountain venceu o Leão de Ouro no Festival de Veneza, além dos prêmios BAFTA, Globo de Ouro e Independent Spirit Awards de melhor filme e direção.

O filme conta a história de Jack Twist (Jake Gyllenhaal) e Ennis del Mar (Heath Ledger), dois jovens vaqueiros que se conhecem enquanto trabalham juntos em pastoreamento de ovelhas na montanha de Brokeback, no Wyoming, juntos acabam se apaixonam perdidamente um pelo o outro, isso ocorre no ano de 1963.  Como o amor homossexual não é algo que ambos conseguem aceitar, os dois se despedem e resolvem viver suas vidas como se nada tivesse acontecido. Ambos acabam se casam e tem filhos, anos mais tarde, Jack escreve para Ennis dizendo que iria visitá-lo. No reencontro não conseguem controlar a saudade e a enorme paixão entre eles, e se beijam desesperadamente. Enquanto isso, Alma, esposa de Ennis, vê o beijo, e o amor deles deixa de ser só um segredo entre os dois. O filme retrata o complexo relacionamento homossesual de Jack e Ennis, demostra a confusão emocional, sexual e o romântico que eles acabam passando nessa relação, em um curso de dezoito anos.
Elenco:

-Heath                                                                -Jake Gyllenhaal

-Randy Quaid                                                   -Valerie Planche

-David Trimble                                                 -Victor Reyes

-Lachlan Mackintosh                                     -Michelle Williams

-Larry Reese                                                      -Marty Antonini

-Tom Carey                                                         -Dan McDougall

-Don Bland                                                           -Steven Cree Molison

-Anne Hathaway.

 

 

 

Veja o Primeiro Beijo Lesbico do Cinema

 

Mädchen in Uniform (1931)

O primeiro filme a ter um beijo lésbico foi exibido em 1931 no filme “Mädchen in Uniform” (Meninas de Uniforme) de 1931, esse filme é do gênero Drama, de produção Alemã e com a direção de Leontine Sagan, devido ao beijo lésbico, até então inédito nos cinemas, o filme chegou a sofrer inúmeras censuras, mas no final acabou ganhando seu espaço do mundo cinematográfico.

O filme “Mädchen in Uniform” conta a história de uma jovem de 14 anos chamada Manuela que acaba sendo internada em um internato de meninas, por sua tia que não se importa muito com ela, isso ocorre logo após o falecimento de sua mãe, seu pai se coloca incapaz de cuidar dela e apóia a internação da menina. Muito abalada Manuela como uma típica adolescente na fase vulnerável de sua vida. Em um ambiente autoritarista, Manuela entra em contato com a bela professora Fraulein Von Bernbur que todas as meninas têm uma forte admiração e a mesma retribui as alunas com uma relação maternal, com o decorrer dos acontecimentos Manuela e a professora acabam desenvolvendo outros sentimentos que fogem do formalismo Aluna-Professora e pequenos gestos e olhares incitam o crescimento deste sentimento que foge do controle… e o Beijo tão criticado acontece.

 

Mädchen in Uniform (1958)

 

(O filme teve uma refilmagem em 1958).

O Filme Mais Picante de Todos os Tempos

Last Tango in Paris (1972) – Último Tango em Paris

 O ”Último Tango em Paris“ estreou nos Estados Unidos e teve uma enorme repercussão na década de 70. Considerado uma obra-prima cinematográfica, o filme contém inúmeras cenas fortíssimas que provocaram vários níveis de censura  no mundo inteiro. Este nada mais é, do que um clássico Europeu, um dos filmes mais picantes de todos os tempos, qualificado como escandaloso e proibido em muitos países por seu alto conteúdo erótico, e suas múltiplas cenas de sexo explicito, exibidas no ano de 1972 (ano de sua estreia), se tornou um sucesso de bilheteria mundial e causou grande polêmica internacional nessa época. A exaltação da imprensa com relação ao filme só gerou um enorme interesse do público, além de muitas criticas condenando a moralidade do filme.

O filme se trata de um drama erótico franco-italiano de 1972, que foi dirigido por Bernardo Bertolucci e suas estrelas principais foram o famoso Marlon Brando e a então desconhecida Maria Schneider. Essa produção resultou a Brando e Bertolucci indicações ao Oscar como melhor ator e melhor diretor.

O filme conta a história de um americano de meia-idade chamado Paul (Marlon Brando) que está em luto por sua mulher que acabou de cometer suicídio, e ao procurar um apartamento anunciado para aluguel, se encontra com uma jovem parisiense chamada Jeannie (Maria Schneider), que também está interessada em alugar o mesmo apartamento. Sem se conhecerem, começam a ter relações sexuais no local. Paul faz questão que não mantenham nenhum outro tipo de relacionamento, assim eles não poderiam trocar informações um do outro, nem mesmo o nome deles deveria ser dito. Pouco tempo depois, Paul aluga o apartamento e o casal permanece se encontrando na casa e mantendo relações sexuais sem maiores informações,o clima entre os dois vai modificando e o interesse passa a ser maior do que somente sexo, em um dia comum como os outros Jeannie vai ao apartamento para mais um encontro com Paul, mas percebe que ele desapareceu, levando suas malas. Mas tarde eles se encontram na rua e ele a leva para uma casa de tangos, lá ele começa a contar sua vida e diz querer iniciar uma relação mais séria com ela, ao romper com o acordo de não contar informações próprias de um para o outro, jeannie se desilude com a situação e rompe o relacionamento com ele, Paul se revolta e sem querer perdê-la, decide segui-la, quando chegam ao apartamento onde Jeannie mora com a mãe, a relação acaba em tragédia. Leia o resto deste post

Cenas proibidas no cinema clássico

Por incrível que pareça na década de 1930 cenas que hoje nem seriam levadas em consideração, naquela época foram consideradas escandalosas, e muitas delas foram até vetadas das telonas do cinema, devido a fortes padrões morais existentes naquela época. Os produtores de cinema tinham por obrigação retirar todas as cenas que fericem de alguma forma o padrão moral da sociedade que presenciava essa época dos cinemas, e caso não cumprissem essas obrigações prioritárias na veiculação do filme, poderiam até mesmo serem levados a prisão.

Houve um Código de Produção de Filmes (Motion Picture Production Code), que ficou em vigor  no período de 1930 e 1968, também chamado de Código Hays, devido ao seu criador Will H. Hays. Esse código regia uma sequência de autorregulamentações direcionadas a indústria de cinematográfia, e censuras para as produtoras de cinema e teatro dos Estados Unidos.

“Este vídeo foi feito em 2007 para o “72 Hours Film Festival”, em Frederick, Maryland, montado com cenas que foram obtidas de rolos de filmes em acetato de celulose, encontrados em um antigo cinema da Pennsylvania.

Essas Cenas foram cortas pelos produtores para a veiculação dos filmes, de forma que estas feriam os padrões morais existentes daquela época.

Fazendo um enorme contraste com os filmes contemporâneos, temos hoje um longa-metragem estreado a pouco tempo no cinema nacional, o chamado “Bruna Surfistinha“ que contem cenas fortíssimas e possui censura para o público abaixo de 16 anos. Hoje este filme foi encarado com naturalidade, e as cenas exibidas no cinema nem tiveram cogitações de censura, o que mudaria completamente na época de 1930, a exibição deste filme naquele período seria um absurdo mundial, destruindo toda o padrão de moral daquele público.

Assista somente o trailer desse ótimo filme contemporâneo e compare com as cenas censuradas em uma época onde padrão moral era extremamente mais rigoroso.

Trailer Bruna Surfistinha

As Belas Atrizes do Cinema Clássico

Tem assunto melhor do que Beleza? e beleza no cinema? Nem todas as belas atrizes poderiam ser citadas em um só post, lindas, sexys, simpáticas e muitas, inesquecíveis, marcaram época nas telonas e se tornaram ícones, todas ainda hoje são lembradas e talvez nunca se apaguem da história. Atrizes de diversos lugares do mundo nos deram o prazer de velas em inúmeros filmes que constituíram nossa história cinematográfica, poderíamos ficar dias, posts e posts, falando da beleza de cada uma, mas hoje escolhemos 6 lindas atrizes que fizeram fama e se exibiram nas telas dos cinema para bilhões de pessoas de todas as partes do mundo.

Primeiramente a linda Audrey Hepburn (Ixelles, 4 de maio de 1929 — Tolochenaz, 20 de janeiro de 1993)

Audrey Kathleen Ruston, nascida em Bruxelas (Bélgica) em 4 de maio de 1929, filha única de Joseph Anthony Ruston e de Ella Van Heemstra (que era uma baronesa).  

Audrey Herburn fez diversos filmes que a levaram à fama, Hepburn foi o nome pelo qual ficou conhecida devido suas ótimas atuações no cinema, esse sobrenome foi anexado ao seu de batismo, pelo pai. Sua simpatia e beleza a tornaram símbolo de beleza e ainda hoje é lembrada como uma das mais elegantes e belas atrizes da história cinematográfica.

Ava Gardner também nos encheu os olhos (Grabtown, 24 de dezembro de 1922Londres, 25 de janeiro de 1990)

A linda atriz Ava Lavinia Gardner, ou simplesmente Ava Gardner como sempre foi chamada, é uma das 50 maiores lendas do cinema, segundo a lista do Instituto de cinema norte-americano, bela, simpática e uma perfeita atriz, encarnava seus papeis com muita dedicação, o que resultou em sua fama, foi à atriz norte-americana considerada uma das mais belas atrizes da história do cinema, representando o cinema clássico americano dos anos 1940 e 1950.

A bela Brigitte Bardot

Brigitte Anne-Marie Bardot, conhecida mundialmente como BB ou Brigitte Bardot, nasceu em Paris dia 28 de Setembro de 1934. Sua primeira aparição nas telas foi em 1952, como Javotte Lemoine, no filme “Le Trou normand”, uma atriz e cantora francesa maravilhosa, que nos encantava com seu charme e seus dons da atuação e de voz como ninguém, é considerada o grande símbolo sexual dos anos 50 e 60. Após se retirar do mundo do entretenimento e se afastar da vida pública, tornou-se ativista dos direitos animais.

Elizabeth Taylor linda como sempre (Londres, 27 de fevereiro de 1932Los Angeles, 23 de março de 2011)

Conhecida mundialmente por Liz ou Liz Taylor,  a Sra. Elizabeth Rosemond Taylor (nome original) nasceu em Londres no dia 27 de fevereiro de 1932, Filha dos americanos, Francis Leen Taylor e Sara Viola Rosemond Warmbrodt, que mudaram-se para os Estados Unidos em 1939. Liz começou a carreira cinematográfica ainda criança, e foi descoberta aos dez anos para atuar em filmes. Filmou There’s One Born Every Minute, contratada pela Universal Pictures, mas não teve o contrato renovado. Revelou seu talento participando de filmes infanto-juvenis, como na estreia em 1943 num pequeno papel da série Lassie. Desde então se apaixonou pela atuação, chegando a ganhar algumas premiações.

A beleza de Sophia Loren também já nos encontou muito

Descoberta pelo produtor de cinema Carlo Ponti no set do filme “Africa sotto i mari“, que se tornou algum tempo depois seu marido e pai de seus dois filhos, a atriz Sophia Loren se virou ícone de beleza das mulheres italianas em Hollywood. Sophia Villani Scicolone, nasceu em Roma, Itália, em 1934 e seu talento e beleza conquistou o cinema mundial.

Sophia trabalhou com grandes diretores como Vittorio De Sica, Federico Fellini, Ettore Scola, Robert Altman, Lina Wertmüller, entre outros, e ganhou também diversos prêmios como: Oscar de Melhor Atriz, Melhor Atriz no Festival de Cannes.

E a inesquecível Marilyn Monroe (Los Angeles, 1 de junho de 1926 — Los Angeles, 5 de agosto de 1962)

Marilyn Monroe, esse é um dos nomes mais conhecidos do cinema mundial.

Norma Jeane Mortensen esse é o verdadeiro nome da maravilhosa estrela Marilyn Monroe, nascida em Los Angeles no dia 1 de junho de 1926. É uma das mais famosas atrizes norte-americana do cinema de todos os tempos, símbolo de sensualidade, beleza e atitude. Se tornou ícone de popularidade no século XX.

 Felizmente, essas não são as únicas lindas atrizes do cinema, podendo ser incluídas muitas outras, como: Gene Tierney, Greer Garson,  Greta Garbo,  Ingrid Bergman,  Natalie Wood e  Rita Hayworth. Mas para um post seria demais para os olhos do espectador, essas foram algumas das que merecem destaque por sua beleza e fama exibida nas telas do cinema.

“Carlitos repórter“ é o Primeiro filme estreado por Chaplin.

 

  Aproveitando a deixa dos clássicos de Charles Chaplin, nada mais justo do que falar da estreia deste astro no cinema mudo. Poucos sabem que o  primeiro filme de Charles Chaplin foi “Making a Living” onde ele “interpretou” um repórter, isso, isso mesmo, um mero repórter, ou melhor um grande repórter na comédia “”Carlitos repórter” (nome dado ao filme aqui no Brasil) que se fosse protagonizado por qualquer outro ator não passaria de um simples personagem de repórter.

  Já no inicio de sua carreira, no primeiro filme de Chaplin é possível perceber o grande potencial deste ator, com seu estilo inventivo, improvisando piadas e sendo protagonista das situações mais cômicas que marcariam seu estilo e seu profissionalismo inconfundível durantes épocas.

“Making a Living” ou como foi nominado no Brasil “Carlitos repórter”, teve sua estréia em 02 de fevereiro de 1914, chegando já a quase cem anos do inicio da carreira do grande Chaplin nas telonas do cinema mudo. O filme curta-metragem de origem estadunidense é do gênero incomparável de comédia, marcado pela originalidade de Charles Chaplin, esse filme foi produzido para os Estúdios Keystone, dirigido por Henry Lehrman, com a produção de Mack Sennett, ambos considerados mestres da comédia pastelão.

  A comédia “Making a Living” se trata de um falso aristocrata inglês Slicker (Charles Chaplin) que faz um papel de um vigarista disposto a aplicar os golpes mais sujos para conseguir um emprego de repórter e quando vai trabalhar como repórter se envolve com o roubo de uma câmera fotográfica com negativos de uma reportagem sensacionalista. O filme foi exibido no Brasil com o nome de “Carlitos Repórter”, marcando assim a estréia de Chaplin nas telas do cinema mundial.

O famoso personagem Vagabundo só aparece no próximo filme “Kid auto reace at Venice” (Corrida de automóveis para meninos), que estreou em 07 de fevereiro do mesmo ano.

**********************************************************************************************************************

Elenco do Filme:

Charles Chaplin: Slicker, o repórter (Nota: no IMDB o nome do personagem de Chaplin aparece como Swindler).

Virginia Kirtley: jovem

Alice Davenport: mãe

Henry Lehrman: repórter

Minta Durfee: mulher

Chester Conlin: policial/vagabundo

 **********************************************************************************************************************

 Para os fãs deste grande astro do cinema mundial e colecionadores, aqui vai alguns links para a compra dos melhores filmes em DVDs de Charles Chaplin, Confira:

  Encontre na UOL Buscapé, MercadoLivre, QueBarato, Izideal, Travessa, Shopmania

**********************************************************************************************************************

Mentiras saudáveis de Goffredo Lombardo

 
O produtor Goffredo Lombardo, que através de  mentirinhas saudáveis conseguiu Burt Lancaster para o papel principal de “O Leopardo”
 
 Muitas vezes o acaso nos proporciona boas surpresas. O produtor de “O Leopardo”, Goffredo Lombardo conta que o diretor Luchino Visconti queria o ator Laurence Olivier para o papel de Príncipe Salinas, contrariando a vontade do produtor que sugeriu Burt Lancaster, pois um ator Hollywoodiano alavancaria a bilheteria do filme. Visconti protestou: “Não, mas Lancaster é um Cowboy!”.
 

Lombardo conta que viajou para os EUA para falar com Lancaster a respeito do filme, chegando lá, mentiu, dizendo ao ator: “Visconti adoraria trabalhar com você”. Como Lancaster não conhecia o trabalho de Visconti, Lombardo deixou com ele um filme do diretor Europeu, e retornou para a Itália. Ao reencontrar Visconti, mentiu novamente: “Lancaster disse que adoraria fazer um filme conosco”.

Para surpresa de todos, Lancaster assistiu o filme de Visconti, gostou e entrou em contato com Lombardo, dizendo que queria atuar em “O Leopardo”. Goffredo conta que no primeiro encontro de Visconti e Lancaster, apresentou os dois e saiu da sala, morrendo de medo que eles descobrissem a mentira.

Pelo menos essa foi uma mentira saudável, afinal se não fosse por ela não teríamos a brilhante atuação de Burt Lancaster como Príncipe Salinas. Após “O Leopardo”, Visconti e Lancaster estreitaram relações e trabalharam juntos novamente no filme Violência e Paixãoque estreou em 1974.

O ator Laurence Olivier, indicado pelo diretor Luchino Visconti para o papel de Príncipe Salinas

 

O ator escolhido: Burt Lancaster em famosa cena de "O Leopardo" ao lado da atriz Claudia Cardinale