O segredo de Brokeback Mountain – O Beijo

Titulo Original: Brokeback Mountain

 

Aproveitando o clima de beijos homossexuais no cinema, esclarecemos que tais cenas só tiveram espaço nas telonas a partir da década de 1970, quando a luta pelos direitos LGBT já estavam em pauta em vários países. E um ótimo filme para assistir ainda com o tema de beijo homossexuais é o famoso “Brokeback Mountain“ aqui no Brasil o filme ganhou o nome de “O segredo de Brokeback Mountain“ e foi um tremendo sucesso por sua originalidade.

“Brokeback Mountain“ é u filme norte-americano canadense do ano de 2005, de gênero romance dramático e foi dirigido pelo cineastra taiwanês Ang Lee a partir de um roteiro escrito por Diana Ossana e Larry McMurtry no final da década de 1990. Este filme teve sua estreia em 9 de dezembro de 2005 nos Estados Unidos, e somente em 3 de fevereiro de 2006 foi estreado no Brasil. Brokeback Mountain venceu o Leão de Ouro no Festival de Veneza, além dos prêmios BAFTA, Globo de Ouro e Independent Spirit Awards de melhor filme e direção.

O filme conta a história de Jack Twist (Jake Gyllenhaal) e Ennis del Mar (Heath Ledger), dois jovens vaqueiros que se conhecem enquanto trabalham juntos em pastoreamento de ovelhas na montanha de Brokeback, no Wyoming, juntos acabam se apaixonam perdidamente um pelo o outro, isso ocorre no ano de 1963.  Como o amor homossexual não é algo que ambos conseguem aceitar, os dois se despedem e resolvem viver suas vidas como se nada tivesse acontecido. Ambos acabam se casam e tem filhos, anos mais tarde, Jack escreve para Ennis dizendo que iria visitá-lo. No reencontro não conseguem controlar a saudade e a enorme paixão entre eles, e se beijam desesperadamente. Enquanto isso, Alma, esposa de Ennis, vê o beijo, e o amor deles deixa de ser só um segredo entre os dois. O filme retrata o complexo relacionamento homossesual de Jack e Ennis, demostra a confusão emocional, sexual e o romântico que eles acabam passando nessa relação, em um curso de dezoito anos.
Elenco:

-Heath                                                                -Jake Gyllenhaal

-Randy Quaid                                                   -Valerie Planche

-David Trimble                                                 -Victor Reyes

-Lachlan Mackintosh                                     -Michelle Williams

-Larry Reese                                                      -Marty Antonini

-Tom Carey                                                         -Dan McDougall

-Don Bland                                                           -Steven Cree Molison

-Anne Hathaway.

 

 

 

Anúncios

Veja o Primeiro Beijo Lesbico do Cinema

 

Mädchen in Uniform (1931)

O primeiro filme a ter um beijo lésbico foi exibido em 1931 no filme “Mädchen in Uniform” (Meninas de Uniforme) de 1931, esse filme é do gênero Drama, de produção Alemã e com a direção de Leontine Sagan, devido ao beijo lésbico, até então inédito nos cinemas, o filme chegou a sofrer inúmeras censuras, mas no final acabou ganhando seu espaço do mundo cinematográfico.

O filme “Mädchen in Uniform” conta a história de uma jovem de 14 anos chamada Manuela que acaba sendo internada em um internato de meninas, por sua tia que não se importa muito com ela, isso ocorre logo após o falecimento de sua mãe, seu pai se coloca incapaz de cuidar dela e apóia a internação da menina. Muito abalada Manuela como uma típica adolescente na fase vulnerável de sua vida. Em um ambiente autoritarista, Manuela entra em contato com a bela professora Fraulein Von Bernbur que todas as meninas têm uma forte admiração e a mesma retribui as alunas com uma relação maternal, com o decorrer dos acontecimentos Manuela e a professora acabam desenvolvendo outros sentimentos que fogem do formalismo Aluna-Professora e pequenos gestos e olhares incitam o crescimento deste sentimento que foge do controle… e o Beijo tão criticado acontece.

 

Mädchen in Uniform (1958)

 

(O filme teve uma refilmagem em 1958).

O Poderoso Chefão

Mafiosos, intrigas, disputas de poder e um jovem que se transforma para defender a honra do pai. “O poderoso chefão” foi baseado no romance homônimo de Mario Puzo “The Godfather”. Dirigido por Francis Ford Coppola, o filme conta com a atuação dos gigantes do cinema Marlon Brando e Al Pacino.

Em 1945, Don Corleone (Marlon Brando) é o chefe de uma família da máfia italiana de Nova York. Ele apadrinha e protege pessoas em troca de favores. Quando Corleone se recusa a entrar no negócio das drogas se inicia uma guerra de gangues. É então que Michael (Al Pacino), que nunca havia se envolvido com os negócios sujos da família resolve vingar o pai e, frio e calculista, se transforma no novo Don de Nova York.

Há muitos filmes do gênero, dramas policiais que mostram mafiosos, guerras de gangues, traições e defesa da honra, mas nesse universo de filmes “O poderoso chefão” se destaca por ser um tratado sobre o submundo, em que o mundo do crime é mostrado e desvendado, mas com imparcialidade. Ao final de “O poderoso chefão” você provavelmente não saberá dizer se o mundo do crime é bom ou ruim, mas com certeza estará impressionado com a genialidade da história, que envolve o espectador do início ao fim com uma trama inteligente e penetrante.

Premiações

Vencedor de três Oscars, nas categorias  melhor filme,  melhor roteiro  adaptado e melhor ator.

A Máfia dá as Caras: The Godfather

Por falar em grandes atores, amanhã falaremos sobre uma obra prima de Francis Ford Coppola, que tem no elenco atores como Marlon Brando e Al Pacino.

Se você gosta de filmes com intrigas e mafiosos, com certeza sabe de qual clássico estamos falando: “The Godfather”, ou “O Poderoso Chefão”.

E para te deixar com água na boca, aqui vai o trailler original do filme:

Quer saber mais sobre “O Poderoso Chefão”? Então aguarde a próxima sessão!

Cantando na Chuva

É impossível falar sobre clássicos do cinema sem citar o famosíssimo “Cantando na chuva”, uma das melhores produções cinematográficas de todos os tempos.

Produzido em 1952 e dirigido por Stanley Donen e Gene Kelly, “Cantando na chuva”  é um clássico atemporal que encanta pessoas de todas as idades há decadas. A incrível atuação de Gene Kelly como ator e bailarino é realmente memorável e dá um brilho especial ao musical. 

Don Lockwood e Lina Lamont são dois astros do cinema mudo que, com a chegada do som, devem se adaptar às mudanças e dar um novo rumo à suas carreiras. Enquanto Don se sai muito bem, Lina se aproveita  de Kathy Selden, uma jovem que sonha em ser atriz, mas se vê obrigada a trabalhar dublando a péssima voz de Lina. Quando Don se apaixona por Kathy, decide fazer de tudo para que o talento da amada seja finalmente reconhecido.

“Cantando na chuva”  ficou em 5° lugar na lista dos os 100 melhores filmes norte americanos de todos os tempos, publicada em 2007 pelo American Film Institute.

  Leia o resto deste post

Hitchcock: O Mestre do Suspense

Se você gosta de sentir aquele friozinho na barriga ao assistir um filme, com certeza já viu alguma obra do mestre do suspense Alfred Hitchcock.

Consagrado pelo público e pela crítica, Hitchcock é conhecido mundialmente por seus filmes de suspense, que fizeram muito marmanjo tremer na base em frente às telonas.

Ainda não assistiu nenhum filme de  Hitchcock? Então confira a lista completa das obras dirigidas por ele, escolha seu filme e boa sessão Vintage!

Leia o resto deste post

Um Filme para o Mês das Noivas “A Noiva Estava de Preto”

“A Noiva Estava de Preto”

Este é um ótimo filme, que foi baseado no livro homônimo de Cornell Woorich, “A Noiva Estava De Preto”, com produção franco-italiana do ano de 1967, é do gênero drama e foi dirigido pelo cineastra francês, François Truffaut que também participou do roteiro junto com Jean-Louis Richard. O longa roda em torno de mistério e crimes.

 A produção,  o roteiro e os protagonistas, todos estão maravilhosos e vale apena lembrar e assistir esse clássico mesmo nos dias de hoje, a atriz principal é a linda Jeanne Moreau, que ficou esplêndida no papel de viúva vingativa. É um filme digno de indicação.

Sinopse

Logo após a cerimônia de casamento que uniu David e Julie Kohler, ao saírem da igreja, ainda nas escadarias, o noivo é ferido por um tiro disparado do alto de uma janela de um prédio e termina por falecer.

Sua esposa Julie inconformada tenta suicídio, sendo impedida por sua mãe. Algum tempo depois ela acaba descobrindo o nome dos cinco suspeitos da morte de seu marido que se encontravam no local de onde partiu a bala que assassinou seu marido, ela decide caçar e matar um por um para vingar a morte do seu amado.

 

Prêmios e Indicações

  • “ A Noiva Estava De Preto” foi indicado na categoria de melhor filme estrangeiro para o Globo de Ouro e na categoria de melhor filme para o prêmio Edgar no ano de 1969 (EUA).

 

Elenco

  • Jeanne Moreau … Julie Kohler
  • Michel Bouquet … Coral
  • Jean-Claude Brialy … Corey
  • Charles Denner … Fergus
  • Claude Rich … Bliss
  • Michael Lonsdale … Rene Morane
  • Daniel Boulanger … Delvaux
  • Alexandra Stewart … Mlle Becker
  • Sylvine Delannoy … Mme Morane
  • Luce Fabiole … Julie’s mother
  • Michèle Montfort … Fergus’s model
  • Jacqueline Rouillard
  • Paul Pavel … Mechanic
  • Gilles Quéant … Examining judge
  • Serge Rousseau … David
  • Van Doude … Inspector
  • Christophe Bruno … Cookie
  • Frédérique Fontanarosa … Musician
  • Renaud Fontanarosa … Musician
  • Jacqueline Gaillard … Chambermaid
  • Maurice Garrel … Le plaignant
  • Daniel Pommereulle … Fergus’s friend
  • Elisabeth Rey … Julie child
  • Jean-Pierre Rey … David child
  • Dominique Robier … Sabine, Julie’s niece
  • Jacques Robiolles … Charlie
  • Michèle Viborel … Gilberte, Bliss’s fiancee

O Filme Mais Picante de Todos os Tempos

Last Tango in Paris (1972) – Último Tango em Paris

 O ”Último Tango em Paris“ estreou nos Estados Unidos e teve uma enorme repercussão na década de 70. Considerado uma obra-prima cinematográfica, o filme contém inúmeras cenas fortíssimas que provocaram vários níveis de censura  no mundo inteiro. Este nada mais é, do que um clássico Europeu, um dos filmes mais picantes de todos os tempos, qualificado como escandaloso e proibido em muitos países por seu alto conteúdo erótico, e suas múltiplas cenas de sexo explicito, exibidas no ano de 1972 (ano de sua estreia), se tornou um sucesso de bilheteria mundial e causou grande polêmica internacional nessa época. A exaltação da imprensa com relação ao filme só gerou um enorme interesse do público, além de muitas criticas condenando a moralidade do filme.

O filme se trata de um drama erótico franco-italiano de 1972, que foi dirigido por Bernardo Bertolucci e suas estrelas principais foram o famoso Marlon Brando e a então desconhecida Maria Schneider. Essa produção resultou a Brando e Bertolucci indicações ao Oscar como melhor ator e melhor diretor.

O filme conta a história de um americano de meia-idade chamado Paul (Marlon Brando) que está em luto por sua mulher que acabou de cometer suicídio, e ao procurar um apartamento anunciado para aluguel, se encontra com uma jovem parisiense chamada Jeannie (Maria Schneider), que também está interessada em alugar o mesmo apartamento. Sem se conhecerem, começam a ter relações sexuais no local. Paul faz questão que não mantenham nenhum outro tipo de relacionamento, assim eles não poderiam trocar informações um do outro, nem mesmo o nome deles deveria ser dito. Pouco tempo depois, Paul aluga o apartamento e o casal permanece se encontrando na casa e mantendo relações sexuais sem maiores informações,o clima entre os dois vai modificando e o interesse passa a ser maior do que somente sexo, em um dia comum como os outros Jeannie vai ao apartamento para mais um encontro com Paul, mas percebe que ele desapareceu, levando suas malas. Mas tarde eles se encontram na rua e ele a leva para uma casa de tangos, lá ele começa a contar sua vida e diz querer iniciar uma relação mais séria com ela, ao romper com o acordo de não contar informações próprias de um para o outro, jeannie se desilude com a situação e rompe o relacionamento com ele, Paul se revolta e sem querer perdê-la, decide segui-la, quando chegam ao apartamento onde Jeannie mora com a mãe, a relação acaba em tragédia. Leia o resto deste post

Confira os Prêmios do Clássico Doutor Jivago

Ficou curioso para ver “Doutor Jivago”? Então aqui vão mais alguns motivos para você assistir esse clássico:

Prêmio Nobel
O livro “Doutor Jivago” de Boris Pasternak, que inspirou o filme,  ganhou o prêmio Nobel de literatura em 1958.

Indicado ao Oscar (1966) em dez categorias 
Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia , Melhor Figurino, Melhor Trilha Sonora,  Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator Coadjuvante (Tom Courtenay), Melhor Edição e Melhor Som.

Vencedor de cinco Oscars (1966)
Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia, Melhor Figurino e Melhor Trilha Sonora.

Indicado ao Globo de Ouro em seis categorias (1966)
Melhor Revelação Feminina (Geraldine Chaplin), Melhor Filme – Drama, Melhor Diretor, Melhor Ator – Drama (Omar Sharif), Melhor Roteiro e Melhor Trilha Sonora.

Vencedor do Globo de Ouro em cinco categorias  (1966)
Melhor Filme – Drama, Melhor Diretor, Melhor Ator – Drama (Omar Sharif), Melhor Roteiro e Melhor Trilha Sonora.

Indicado ao BAFTA em  três categorias ( 1967 )
Melhor Filme, Melhor Ator Britânico (Ralph Richardson) e Melhor Atriz Britânica (Julie Christie).

Vencededor do Grammy (1967 )
Melhor Trilha Sonora Composta Para um Filme.

Indicado à Palma de Ouro no Festival de Cannes (1966 )

Vencedor do Prêmio David di Donatello (1967 )
Melhor Filme Estrangeiro.

 Confira o trailler original de “Doutor Jivago”

O Último Épico: Doutor Jivago

Falando de clássicos dos anos 60, quem nunca ouviu falar do épico “Doutor Jivago”? Seja na escola, no trabalho ou na roda de amigos, esse filme  sempre é comentado. Produzido em 1965, o longa de 197 minutos pode entrar na lista dos filmes que você precisa assistir antes de morrer.

 Baseado no livro de Boris Pasternak, a história do médico e poeta tem como cenário a Revolução Russa e cativou públicos de todas as partes do planeta por sua veracidade e sensibilidade.

 Mais do que a história de um médico ou a história de uma revolução,

“Doutor Jivago” mostra como a humanidade escreve sua própria história, e como todo o ser humano sente, sofre e chora em qualquer época, em qualquer circunstância.

 Jivago (Omar Sharif) é médico e poeta, no decorrer da história de vê dividido entre duas mulheres, Tonya (Geraldine Chaplin) e Lara (Julie Christie). O contexto histórico torna o filme verossímil, mostrando os horrores da guerra e a forma como o meio social afeta os indivíduos. Os encontros e desencontros de Jivago e Lara se mesclam à história da Rússia, e a narrativa poética mostra todos os sentimentos humanos que afloram tanto no amor como na guerra.