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A FONTE DOS SENTIMENTOS

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Os sentimentos existem desde o início da existência humana e se definem como informações que seres biológicos são capazes de sentir nas situações que vivenciam, as pessoas costumam dizer que são emoções que vem teoricamente do coração, isso deve-se ao fato do coração simbolizar a vida e ser um dos órgãos do corpo de maior importância e assim, explicar a irracionalidade dos sentimentos. Porém os sentimentos que nos humanos somos capazes de sentir têm início e domínio no próprio cérebro, seja de forma consciente ou mesmo inconsciente. o que isso significa?

Significa que quando tomamos consciência da real nascente dos sentimentos, podemos sim, obter algum controle sobre eles, assim como o Amor, a Raiva, o Medo, a Dor e outros, ou seja, quando tomada à consciência de que um sentimento de amor, por exemplo, é psicológico, e pode ser criado ou destruído dentro da mente das pessoas, sendo este sentimento uma projeção do cérebro para criar algo que enlace ou mesmo que explique o querer bem, ou mesmo, o querer para si de algo ou alguém, podemos assim, manipula-lo e deixa-lo sob nosso total controle mental.

O PROBLEMA…

È que a consciência dos sentimentos e a dominação deles. Pois quando temos a consciência e “dominamos” algum sentimento como o Amor, não se têm a mesma emoção, o mesmo irracional dos sentimentos quando obtemos eles de forma inconsciente, o tornando assim algo racional de mais, sem aquela emoção do auge do amor, sem a emoção de atos impensados, e sem a sensação de se jogar de olhos fechados e ver o resultado final, se será positivo ou negativo.

Esse domínio pode ter bom resultados, quando o domínio se diz respeito ao Medo, a Raiva e a Dor, pois os atos que tomamos aos sentir esses sentimentos serão mais racionais e objetivos.

Com tudo pudemos observar que o cérebro é o culpado de tudo que sentimos e somos, e este se divide em dois extremos, o Consciente e o Inconsciente, o consciente nos manda informações pensadas e coerentes às situações, e nele temos total controle, domínio e consciência de nossos objetivos, já o inconsciente nos manda sentimentos involuntários, sem termos consciência, noção e sentido do que está acontecendo ou mesmo do que pensamos e queremos com aquilo. 

O Último Épico: Doutor Jivago

Falando de clássicos dos anos 60, quem nunca ouviu falar do épico “Doutor Jivago”? Seja na escola, no trabalho ou na roda de amigos, esse filme  sempre é comentado. Produzido em 1965, o longa de 197 minutos pode entrar na lista dos filmes que você precisa assistir antes de morrer.

 Baseado no livro de Boris Pasternak, a história do médico e poeta tem como cenário a Revolução Russa e cativou públicos de todas as partes do planeta por sua veracidade e sensibilidade.

 Mais do que a história de um médico ou a história de uma revolução,

“Doutor Jivago” mostra como a humanidade escreve sua própria história, e como todo o ser humano sente, sofre e chora em qualquer época, em qualquer circunstância.

 Jivago (Omar Sharif) é médico e poeta, no decorrer da história de vê dividido entre duas mulheres, Tonya (Geraldine Chaplin) e Lara (Julie Christie). O contexto histórico torna o filme verossímil, mostrando os horrores da guerra e a forma como o meio social afeta os indivíduos. Os encontros e desencontros de Jivago e Lara se mesclam à história da Rússia, e a narrativa poética mostra todos os sentimentos humanos que afloram tanto no amor como na guerra.