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A Cidade das Mulheres no Século XXI

Hoje em dia as discussões sobre a situação da mulher na sociedade não são mais tão calorosas como antigamente… temos a impressão que finalmente mulheres e homens se equipararam em direitos e deveres, afinal, pensamos, até a presidente do Brasil é uma mulher! Imaginamos que a época de queimar sutiãs em praça pública já passou, e que o feminismo é um movimento tão esquecido e fora de contexto quanto as Diretas Já. Mas será mesmo que o machismo e o feminismo estão assim tão distantes do nosso dia-a-dia? “Cidade das Mulheres”, um clássico imortal do grande mestre do cinema Frederico Fellini, nos mostra de forma onírica a situação da mulher nos anos 80, e nos possibilita refletir sobre a situação da mulher nos dias de hoje.

Como muitos filmes do mestre, “Cidade das Mulheres” tem uma narrativa não linear, e é um filme muito mais representativo do que real. Com estilo onírico, o filme é altamente crítico, e retrata os pensamentos de homens e mulheres de uma época a respeito do “sexo frágil”. Leia o resto deste post

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Hitchcock: O Mestre do Suspense

Se você gosta de sentir aquele friozinho na barriga ao assistir um filme, com certeza já viu alguma obra do mestre do suspense Alfred Hitchcock.

Consagrado pelo público e pela crítica, Hitchcock é conhecido mundialmente por seus filmes de suspense, que fizeram muito marmanjo tremer na base em frente às telonas.

Ainda não assistiu nenhum filme de  Hitchcock? Então confira a lista completa das obras dirigidas por ele, escolha seu filme e boa sessão Vintage!

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Confira os Prêmios do Clássico Doutor Jivago

Ficou curioso para ver “Doutor Jivago”? Então aqui vão mais alguns motivos para você assistir esse clássico:

Prêmio Nobel
O livro “Doutor Jivago” de Boris Pasternak, que inspirou o filme,  ganhou o prêmio Nobel de literatura em 1958.

Indicado ao Oscar (1966) em dez categorias 
Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia , Melhor Figurino, Melhor Trilha Sonora,  Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator Coadjuvante (Tom Courtenay), Melhor Edição e Melhor Som.

Vencedor de cinco Oscars (1966)
Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia, Melhor Figurino e Melhor Trilha Sonora.

Indicado ao Globo de Ouro em seis categorias (1966)
Melhor Revelação Feminina (Geraldine Chaplin), Melhor Filme – Drama, Melhor Diretor, Melhor Ator – Drama (Omar Sharif), Melhor Roteiro e Melhor Trilha Sonora.

Vencedor do Globo de Ouro em cinco categorias  (1966)
Melhor Filme – Drama, Melhor Diretor, Melhor Ator – Drama (Omar Sharif), Melhor Roteiro e Melhor Trilha Sonora.

Indicado ao BAFTA em  três categorias ( 1967 )
Melhor Filme, Melhor Ator Britânico (Ralph Richardson) e Melhor Atriz Britânica (Julie Christie).

Vencededor do Grammy (1967 )
Melhor Trilha Sonora Composta Para um Filme.

Indicado à Palma de Ouro no Festival de Cannes (1966 )

Vencedor do Prêmio David di Donatello (1967 )
Melhor Filme Estrangeiro.

 Confira o trailler original de “Doutor Jivago”

O Último Épico: Doutor Jivago

Falando de clássicos dos anos 60, quem nunca ouviu falar do épico “Doutor Jivago”? Seja na escola, no trabalho ou na roda de amigos, esse filme  sempre é comentado. Produzido em 1965, o longa de 197 minutos pode entrar na lista dos filmes que você precisa assistir antes de morrer.

 Baseado no livro de Boris Pasternak, a história do médico e poeta tem como cenário a Revolução Russa e cativou públicos de todas as partes do planeta por sua veracidade e sensibilidade.

 Mais do que a história de um médico ou a história de uma revolução,

“Doutor Jivago” mostra como a humanidade escreve sua própria história, e como todo o ser humano sente, sofre e chora em qualquer época, em qualquer circunstância.

 Jivago (Omar Sharif) é médico e poeta, no decorrer da história de vê dividido entre duas mulheres, Tonya (Geraldine Chaplin) e Lara (Julie Christie). O contexto histórico torna o filme verossímil, mostrando os horrores da guerra e a forma como o meio social afeta os indivíduos. Os encontros e desencontros de Jivago e Lara se mesclam à história da Rússia, e a narrativa poética mostra todos os sentimentos humanos que afloram tanto no amor como na guerra.

Quanto Mais Quente Melhor!

Aproveitando o clima de beleza e sensualidade das divas do cinema, vamos relembrar um clássico que conta com a atuação de um ícone de beleza e sensualidade, considerada por muitos como a mulher mais linda de todos os tempos: Marilyn Monroe.

“Quanto mais quente melhor” (Some like it hot) produzido em 1959, obra prima do diretor Billy Wilder, é um dos filmes mais conhecidos da diva, vencedor de importantes prêmios do cinema, como o Oscar, o Globo de Ouro e o Bafta.

Joe (Tony Curtis) e Jerry (Jack Lemmon) são dois músicos atrapalhados e desempregados. Jerry se preocupa com o futuro incerto dos dois, enquanto Joe propõe soluções duvidosas para seus problemas financeiros, como apostar seu cachê em corridas de cachorro ou penhorar seu único casaco em pleno inverno.

Por acidente, os dois presenciam o massacre de São Valentim em Chicago, mas conseguem escapar. Os criminosos não querem testemunhas, e passam a persegui-los para matá-los.

Desempregados e fugindo dos mafiosos, os dois amigos vêem a oportunidade perfeita para mudarem de vida quando surgem duas vagas para músicos em um hotel na Flórida. O único problema é que as vagas são para mulheres. Os dois decidem se disfarçar e se transformam em Josephine e Daphne. Leia o resto deste post

Antes de Blu, Zé Carioca Visitou o Rio!

Vamos começar a semana falando de um assunto bem divertido: desenhos animados. A febre do momento é a animação Rio, que destaca as belezas naturais e a cultura carioca, contando a história da simpática arara Blue, que viaja ao Rio de Janeiro.

Mas Blue não é o primeiro personagem a visitar o nosso país, antes dele vieram Pato Donald, Pateta e Zé Carioca no clássico dos estúdios Disney “Saludos Amigos”. No divertido longa da Disney, o Pato Donald visita o Rio de Janeiro e até aprende a sambar!

Primeiro filme a mostrar simultaneamente imagens de desenhos e atores reais, “Saludos Amigos” recebeu três indicações ao Oscar em 1943, nas categorias Melhor Trilha Sonora de Filme Musical, Melhor Som e Melhor Canção Original.

Poucas pessoas sabem, mas em “Saludos amigos” nasceu o brasileiríssimo personagem Zé Carioca, o papagaio malandro que encanta e diverte adultos e crianças há várias gerações. Leia o resto deste post