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A Cidade das Mulheres no Século XXI

Hoje em dia as discussões sobre a situação da mulher na sociedade não são mais tão calorosas como antigamente… temos a impressão que finalmente mulheres e homens se equipararam em direitos e deveres, afinal, pensamos, até a presidente do Brasil é uma mulher! Imaginamos que a época de queimar sutiãs em praça pública já passou, e que o feminismo é um movimento tão esquecido e fora de contexto quanto as Diretas Já. Mas será mesmo que o machismo e o feminismo estão assim tão distantes do nosso dia-a-dia? “Cidade das Mulheres”, um clássico imortal do grande mestre do cinema Frederico Fellini, nos mostra de forma onírica a situação da mulher nos anos 80, e nos possibilita refletir sobre a situação da mulher nos dias de hoje.

Como muitos filmes do mestre, “Cidade das Mulheres” tem uma narrativa não linear, e é um filme muito mais representativo do que real. Com estilo onírico, o filme é altamente crítico, e retrata os pensamentos de homens e mulheres de uma época a respeito do “sexo frágil”. Leia o resto deste post

Beijos no cinema

Beijos…nada melhor do que isso, em um dia frio como hoje.

Os mais antigos relatos sobre o beijo remontam a 2500 a.C., nas paredes dos templos de Khajuraho, na Índia. Diz-se que na Suméria, antiga Mesopotâmia, as pessoas costumavam enviar beijos aos deuses. Na Antiguidade também era comum, para gregos e romanos, o beijo entre guerreiros no retorno dos combates.

Era uma espécie de prova de reconhecimento. Aliás, os gregos adoravam beijar. Mas foram os romanos que difundiram a prática. Os imperadores permitiam que os nobres mais influentes beijassem seus lábios, e os menos importantes as mãos. Os súditos podiam beijar apenas os pés. Eles tinham três tipos de beijos: o basium, entre conhecidos; o osculum, entre amigos; e o suavium, ou beijo dos amantes

Falando de beijo, achei uma seleção de beijos no youtube sobre beijos ao longo da história do cinema, muitos deles, são beijos inesquecíveis e super comentados na área cinematográfica.

Vale apena dar uma olhadinha…assista e comente qual foi o melhor.

Quanto Mais Quente Melhor!

Aproveitando o clima de beleza e sensualidade das divas do cinema, vamos relembrar um clássico que conta com a atuação de um ícone de beleza e sensualidade, considerada por muitos como a mulher mais linda de todos os tempos: Marilyn Monroe.

“Quanto mais quente melhor” (Some like it hot) produzido em 1959, obra prima do diretor Billy Wilder, é um dos filmes mais conhecidos da diva, vencedor de importantes prêmios do cinema, como o Oscar, o Globo de Ouro e o Bafta.

Joe (Tony Curtis) e Jerry (Jack Lemmon) são dois músicos atrapalhados e desempregados. Jerry se preocupa com o futuro incerto dos dois, enquanto Joe propõe soluções duvidosas para seus problemas financeiros, como apostar seu cachê em corridas de cachorro ou penhorar seu único casaco em pleno inverno.

Por acidente, os dois presenciam o massacre de São Valentim em Chicago, mas conseguem escapar. Os criminosos não querem testemunhas, e passam a persegui-los para matá-los.

Desempregados e fugindo dos mafiosos, os dois amigos vêem a oportunidade perfeita para mudarem de vida quando surgem duas vagas para músicos em um hotel na Flórida. O único problema é que as vagas são para mulheres. Os dois decidem se disfarçar e se transformam em Josephine e Daphne. Leia o resto deste post

As Belas Atrizes do Cinema Clássico

Tem assunto melhor do que Beleza? e beleza no cinema? Nem todas as belas atrizes poderiam ser citadas em um só post, lindas, sexys, simpáticas e muitas, inesquecíveis, marcaram época nas telonas e se tornaram ícones, todas ainda hoje são lembradas e talvez nunca se apaguem da história. Atrizes de diversos lugares do mundo nos deram o prazer de velas em inúmeros filmes que constituíram nossa história cinematográfica, poderíamos ficar dias, posts e posts, falando da beleza de cada uma, mas hoje escolhemos 6 lindas atrizes que fizeram fama e se exibiram nas telas dos cinema para bilhões de pessoas de todas as partes do mundo.

Primeiramente a linda Audrey Hepburn (Ixelles, 4 de maio de 1929 — Tolochenaz, 20 de janeiro de 1993)

Audrey Kathleen Ruston, nascida em Bruxelas (Bélgica) em 4 de maio de 1929, filha única de Joseph Anthony Ruston e de Ella Van Heemstra (que era uma baronesa).  

Audrey Herburn fez diversos filmes que a levaram à fama, Hepburn foi o nome pelo qual ficou conhecida devido suas ótimas atuações no cinema, esse sobrenome foi anexado ao seu de batismo, pelo pai. Sua simpatia e beleza a tornaram símbolo de beleza e ainda hoje é lembrada como uma das mais elegantes e belas atrizes da história cinematográfica.

Ava Gardner também nos encheu os olhos (Grabtown, 24 de dezembro de 1922Londres, 25 de janeiro de 1990)

A linda atriz Ava Lavinia Gardner, ou simplesmente Ava Gardner como sempre foi chamada, é uma das 50 maiores lendas do cinema, segundo a lista do Instituto de cinema norte-americano, bela, simpática e uma perfeita atriz, encarnava seus papeis com muita dedicação, o que resultou em sua fama, foi à atriz norte-americana considerada uma das mais belas atrizes da história do cinema, representando o cinema clássico americano dos anos 1940 e 1950.

A bela Brigitte Bardot

Brigitte Anne-Marie Bardot, conhecida mundialmente como BB ou Brigitte Bardot, nasceu em Paris dia 28 de Setembro de 1934. Sua primeira aparição nas telas foi em 1952, como Javotte Lemoine, no filme “Le Trou normand”, uma atriz e cantora francesa maravilhosa, que nos encantava com seu charme e seus dons da atuação e de voz como ninguém, é considerada o grande símbolo sexual dos anos 50 e 60. Após se retirar do mundo do entretenimento e se afastar da vida pública, tornou-se ativista dos direitos animais.

Elizabeth Taylor linda como sempre (Londres, 27 de fevereiro de 1932Los Angeles, 23 de março de 2011)

Conhecida mundialmente por Liz ou Liz Taylor,  a Sra. Elizabeth Rosemond Taylor (nome original) nasceu em Londres no dia 27 de fevereiro de 1932, Filha dos americanos, Francis Leen Taylor e Sara Viola Rosemond Warmbrodt, que mudaram-se para os Estados Unidos em 1939. Liz começou a carreira cinematográfica ainda criança, e foi descoberta aos dez anos para atuar em filmes. Filmou There’s One Born Every Minute, contratada pela Universal Pictures, mas não teve o contrato renovado. Revelou seu talento participando de filmes infanto-juvenis, como na estreia em 1943 num pequeno papel da série Lassie. Desde então se apaixonou pela atuação, chegando a ganhar algumas premiações.

A beleza de Sophia Loren também já nos encontou muito

Descoberta pelo produtor de cinema Carlo Ponti no set do filme “Africa sotto i mari“, que se tornou algum tempo depois seu marido e pai de seus dois filhos, a atriz Sophia Loren se virou ícone de beleza das mulheres italianas em Hollywood. Sophia Villani Scicolone, nasceu em Roma, Itália, em 1934 e seu talento e beleza conquistou o cinema mundial.

Sophia trabalhou com grandes diretores como Vittorio De Sica, Federico Fellini, Ettore Scola, Robert Altman, Lina Wertmüller, entre outros, e ganhou também diversos prêmios como: Oscar de Melhor Atriz, Melhor Atriz no Festival de Cannes.

E a inesquecível Marilyn Monroe (Los Angeles, 1 de junho de 1926 — Los Angeles, 5 de agosto de 1962)

Marilyn Monroe, esse é um dos nomes mais conhecidos do cinema mundial.

Norma Jeane Mortensen esse é o verdadeiro nome da maravilhosa estrela Marilyn Monroe, nascida em Los Angeles no dia 1 de junho de 1926. É uma das mais famosas atrizes norte-americana do cinema de todos os tempos, símbolo de sensualidade, beleza e atitude. Se tornou ícone de popularidade no século XX.

 Felizmente, essas não são as únicas lindas atrizes do cinema, podendo ser incluídas muitas outras, como: Gene Tierney, Greer Garson,  Greta Garbo,  Ingrid Bergman,  Natalie Wood e  Rita Hayworth. Mas para um post seria demais para os olhos do espectador, essas foram algumas das que merecem destaque por sua beleza e fama exibida nas telas do cinema.

Um dos melhores Clássicos musicais do cinema – “Funny Girl”

 

Atendendo a pedidos vamos falar hoje sobre outro clássico do cinema, “Funny Girl – Uma garota genial” este é um filme norte-americano dirigido por William Wyler baseado em uma história real sobre a humorista Funny Bride, e foi estreado em meados de 1968, com o gênero Drama biográfico musical. Em 1975 foi lançada um continuação em “Funny Lady”, que sofreu algumas criticas de espectadores que amaram esse primeiro filme.

Funny Girl é um ótimo filme de comédia musical, sua trama conta a história da vida da cantora e comediante Fanny Brice interpretada por Barbra Streisand que nesse filme marcou sua estréia como cantora no cinema, Barbra recebeu diversos prêmios de melhor atriz decorrente de sua perfeita atuação em “Funny Girl”, como o Globo de Ouro, o Oscar e o David di Donatello, e também recebeu indicação ao premio similar da Academia Britânica de Cinema e Televisão.

O filme possui uma perfeita direção de Wyler, com atuações e trilhas sonoras dignas de muitos elogios, a aceitação desse filme foi tão boaque teve 8 indicações ao Oscar, uma maravilhosa noticia a produção e ao elenco do filme.

O filme se trata de uma jovem pobre, sem muitos recursos, chamada Fanny Brice que sonha em fazer carreira como cantora, sua primeira chance de realizar seu sonho é concedida no “Kenney’s Music Hall”, após uma engraçada apresentação de estréia como bailarina sobre patins.  Nick Arnstein, um rico jogador que estava na platéia logo passa a admirá-la e como uma pessoa de muitas influencias decide indicá-la ao Sr. Florenz Ziegfeld, um famoso produtor do “Ziegfeld Follies”, com o intento de que ele faça um teste com a garota Fanny. Depois da aprovação no teste, Funny inicia seu trabalho para o Sr. Florenz, assim não demorou muito para se tornar a grande artista de seus shows.  Após Muito tempo sem se verem, Funny e Nick se reencontram e terminam se casando em uma viajem de navio, que resulta algum tempo depois em uma filha.

   

Ao retornarem ao teatro, Funny ainda é muito admirada e bem sucedida, isso faz com que Nick se sinta um pouco mal com a situação, pois não tem mais os mesmos prestígios de antigamente, devido ter sofrido grandes prejuízos com poços de petróleo e não ter mais sorte no pôquer.

Ela tenta ajudá-lo financeiramente, mas quando Nick descobri que ela estaria tentando ajuda-lo com US$ 50 mil sem o seu conhecimento, recusa a ajuda de sua amada.  Sem querer aceitar a ajuda de Funny se encontra afundado em dívidas, Nick acaba se envolvendo em atividades ilegais e vai preso, e mesmo assim Fanny continua crescendo e fazendo cada vez mais sucesso no teatro. Quando Nick sai da prisão após 18 meses de reclusão, ele a procura e decide acabar com o casamento, por não querer ser um estorvo na vida dela.

 

  Elenco principal

 

Este filme ocupa a 16ª colocação na Lista dos 25 Maiores Musicais Americanos de todos os tempos, idealizada pelo American Film Institute (AFI) e divulgada em 2006.

“Carlitos repórter“ é o Primeiro filme estreado por Chaplin.

 

  Aproveitando a deixa dos clássicos de Charles Chaplin, nada mais justo do que falar da estreia deste astro no cinema mudo. Poucos sabem que o  primeiro filme de Charles Chaplin foi “Making a Living” onde ele “interpretou” um repórter, isso, isso mesmo, um mero repórter, ou melhor um grande repórter na comédia “”Carlitos repórter” (nome dado ao filme aqui no Brasil) que se fosse protagonizado por qualquer outro ator não passaria de um simples personagem de repórter.

  Já no inicio de sua carreira, no primeiro filme de Chaplin é possível perceber o grande potencial deste ator, com seu estilo inventivo, improvisando piadas e sendo protagonista das situações mais cômicas que marcariam seu estilo e seu profissionalismo inconfundível durantes épocas.

“Making a Living” ou como foi nominado no Brasil “Carlitos repórter”, teve sua estréia em 02 de fevereiro de 1914, chegando já a quase cem anos do inicio da carreira do grande Chaplin nas telonas do cinema mudo. O filme curta-metragem de origem estadunidense é do gênero incomparável de comédia, marcado pela originalidade de Charles Chaplin, esse filme foi produzido para os Estúdios Keystone, dirigido por Henry Lehrman, com a produção de Mack Sennett, ambos considerados mestres da comédia pastelão.

  A comédia “Making a Living” se trata de um falso aristocrata inglês Slicker (Charles Chaplin) que faz um papel de um vigarista disposto a aplicar os golpes mais sujos para conseguir um emprego de repórter e quando vai trabalhar como repórter se envolve com o roubo de uma câmera fotográfica com negativos de uma reportagem sensacionalista. O filme foi exibido no Brasil com o nome de “Carlitos Repórter”, marcando assim a estréia de Chaplin nas telas do cinema mundial.

O famoso personagem Vagabundo só aparece no próximo filme “Kid auto reace at Venice” (Corrida de automóveis para meninos), que estreou em 07 de fevereiro do mesmo ano.

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Elenco do Filme:

Charles Chaplin: Slicker, o repórter (Nota: no IMDB o nome do personagem de Chaplin aparece como Swindler).

Virginia Kirtley: jovem

Alice Davenport: mãe

Henry Lehrman: repórter

Minta Durfee: mulher

Chester Conlin: policial/vagabundo

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