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O Dólar Furado

Fonte: filmesparadoidos.blogspot

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Difícil imaginar um mundo em que os homens andam armados e atiram de graça? Não em O Dólar Furado. Já havíamos falado desse filme aqui no blog, na lista dos melhores filmes Western, mas a genialidade desse filme merece um post só para ele.

Clássico do Western Spaghetti, o filme se passa no período do fim da guerra da Secessão, entre o norte e o sul dos Estados Unidos, o protagonista Gary (Giuliano Gemma) e seu irmão Phil O’Hara (Nazzareno Zamperla) são sulistas, derrotados na batalha e libertados de um campo de prisioneiros de guerra.  Para humilhar os sulistas, os nortistas devolvem suas armas com os canos cortados, o que arruína a mira das armas.

Para refazerem suas vidas após o conflito, os irmãos se separam, Phill parte em busca de uma nova vida e Gary volta ao seu rancho para reencontrar a esposa Judy (Ida Galli).

Algum tempo depois, Gary também decide viajar para tentar trabalho em outra cidade, e parte, dizendo a sua esposa que escreverá a ela, para que vá ao seu encontro assim que ele conseguir trabalho. Gary deixa tudo que tem com a esposa, e leva apenas um dólar no bolso. Após uma longa viagem, Gary chega à cidade de Yellowstone, que está sendo dominada por um figurão, McCory (Pierre Cressoy), que no início se faz de bonzinho mas depois mostra a que veio.

À procura de emprego, Gary procura McCory, que lhe dá uma missão: matar um bandido chamado Black Eye, que teoricamente está infernizando a vida dos moradores da cidade. Em uma emboscada num cabaré, Gary vai atrás de Black Eye, e acaba descobrindo que o “bandido” na verdade é seu irmão Phill. Gary se revolta ao descobrir que estava prestes a matar o próprio irmão, e ambos acabam sendo atingidos pelos homens de Mc Cory, Phill morre e Gary é milagrosamente salvo, pois o tiro atinge o único dólar que levava no bolso.

Fonte:filmesparadoidos.blogspot

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Os capangas pensam os dois morreram e entregam seus corpos a uma comitiva de sulistas que passavam pela cidade. Quando estão prestes a enterrá-los na estrada, a família de sulistas descobre que um dos rapazes está vivo, e foi salvo graças a um dólar que carregava no bolso. A partir daí Gary arma um plano para se vingar de Mc Cory, e descobre que na verdade o mau caráter força os pequenos fazendeiros locais a venderem suas propriedades para ele a preço de banana, e lidera um grupo de bandidos que apavoram as pessoas que não cumprem suas determinações. Na verdade, Phill não era um bandido, mas enfrentava Mc Cory e seu bando, e ajudava os pequenos fazendeiros de Yellowstone.

O que surpreende em O Dólar Furado? É uma história de coragem, ambientada em um mundo estranho, mas fantástico, em um velho oeste onde os homens têm honra, armas e ideais bons ou ruins, coisas que dificilmente vemos nos dias de hoje, nos filmes ou na vida real. Claro que a violência gratuita choca os mais certinhos, e o número de pessoas mortas no decorrer do filme talvez ultrapasse o de 300, mas eu particularmente gosto dessas histórias de coragem, com mocinhos obstinados que lutam por um ideal até o fim.

Vale a pena assistir, e sair por aí assobiando a inesquecível música tema do filme aos quatro ventos.

Fonte:riogrande.rs.gov.br

Fonte:riogrande.rs.gov.br

Curiosidade: como o filme tenta se passar por uma produção norte americana, apesar de  ter sido produzido na Itália (estratégia de marketing comum na época),  todos os atores utilizavam  pseudônimos norte americanos,  Giuliano Gemma por exemplo era “Montgomery Wood”, Nazzareno Zamperla era “Nick Anderson”, Ida Galli era “Evelyn Stewart” e até o diretor Giorgio Ferroni foi rebatizado de “Calvin Jackson Padget”. Ainda bem que a moda não pegou, não é?

O Dólar Furado (Un Dollaro Bucato/
One Silver Dollar 1965, Itália/França)

Direção: Calvin Jackson Padget (Giorgio Ferroni)
Elenco: Montgomery Wood (Giuliano Gemma), Evelyn
Stewart (Ida Galli), Peter Cross (Pierre Cressoy) e
Max Dean (Massimo Righi).

O Dólar Furado – Trailer

A Cidade das Mulheres no Século XXI

Hoje em dia as discussões sobre a situação da mulher na sociedade não são mais tão calorosas como antigamente… temos a impressão que finalmente mulheres e homens se equipararam em direitos e deveres, afinal, pensamos, até a presidente do Brasil é uma mulher! Imaginamos que a época de queimar sutiãs em praça pública já passou, e que o feminismo é um movimento tão esquecido e fora de contexto quanto as Diretas Já. Mas será mesmo que o machismo e o feminismo estão assim tão distantes do nosso dia-a-dia? “Cidade das Mulheres”, um clássico imortal do grande mestre do cinema Frederico Fellini, nos mostra de forma onírica a situação da mulher nos anos 80, e nos possibilita refletir sobre a situação da mulher nos dias de hoje.

Como muitos filmes do mestre, “Cidade das Mulheres” tem uma narrativa não linear, e é um filme muito mais representativo do que real. Com estilo onírico, o filme é altamente crítico, e retrata os pensamentos de homens e mulheres de uma época a respeito do “sexo frágil”. Leia o resto deste post

Os Atores Mais Gatos do Cinema Clássico

Hoje em dia galãs como Brad Pitt, Tom Cruise, Antonio Banderas e Rodrigo Santoro são sensação nas telonas, mas antes deles muitos outros atores fizeram sucesso com seu charme e atitude. Preparamos uma lista dos atores mais bonitos e charmosos do cinema clássico. Confira:

Alain Delon

O belo garoto de olhos azuis nasceu em 8 de novembro de 1935 na cidade de Sceaux, na França. Teve uma infância problemática e aos 17 anos lutou na Indochina pela marinha francesa. Em 1956 se mudou para Paris e trabalhou como vendedor, garçom e porteiro para sobreviver. Em 1957 foi ao Festival de Cannes com um amigo, e sua beleza chamou a atenção do produtor David Selznick, que lhe ofereceu um contrato em Hollywood, com a condição que Delon aprendesse a falar inglês, porém, ao retornar à Paris, Delon conheceu o cineasta  Yves Allégret, que o convenceu a começar a carreira na França.

Seu primeiro filme de sucesso foi o clássico do suspense “O sol por testemunha”, dirigido por René Clément , baseado em um livro de Patricia Highsmith. O longa foi também fonte de boatos sobre sua sexualidade, devido à grande proximidade de Delon com o diretor Clément.

Sua beleza o tornou um símbolo sexual nos anos de 60 e 70, mas o belo Delon sempre se esforçou para ser reconhecido como um bom ator, e não apenas como um rostinho bonito. Sua atuação mais recente foi em 2008, quando encarnou o romano Júlio César no filme “Astérix nos jogos Olímpicos”.

Alguns filmes de Alain Delon:
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Grease – Nos Tempos da Brilhantina

Vamos falar hoje de um dos maiores sucessos da década de 70, “Grease” ou melhor “Nos tempos da brilhantina”, esse filme é espetacular e é um dos musicais mais conhecidos do cinema até hoje, ainda é lembrado por todos com um belo clássico cinematográfico. O filme “Grease” foi rodado no ano de 1978, contou com a participação de John Travolta e Olivia Newton-John e foi dirigido por Randal Kleiser .

Relatos dizem que o nome original “Grease” vem de uma subcultura de jovens trabalhadores norte-americanos conhecidos como “greasers”, ou melhor gangues de rua, existentes no nordeste e no sudeste dos Estados Unidos nos anos 50. O estilo de vida dos Jovens “Greasers” se tornou muito popular na época entre a juventude americana devido à seu aspecto de rebeldia nos costumes e no modo de agir desses grupos.

O Orçamento de Grease foi de US$ 6 milhões, sendo que arrecadou US$ 360 milhões nas bilheterias de todo o planeta. Teve uma continuação (“Grease 2”) em 1982 com Michelle Pfeiffer no papel principal, mas não obteve o mesmo sucesso.

Sinopse

O filme ocorre na Califórnia na década de 50, quando a australiana Sandy (Olivia Newton-John) se apaixona por Danny (John Travolta) enquanto estava de férias nos Estados Unidos, ambos acabam trocam juras de amor, mas quando o verão acaba Sandy tem que voltar para a Austrália e o casal se separa. Porém os pais dela decidem mudar de idéia e permitem que ela fique e ela acaba indo para o mesmo colégio de Danny. Embora os dois ainda estejam apaixonados ele a trata totalmente diferente e começa a esnobá-la. Líder da gangue dos T-Birds, ele tem uma reputação a manter e não pode ficar namorando apenas uma garota. Sandy fica desapontada, pois não consegue se adaptar à nova vida. Esta trama retrata a vida e o comportamento dos jovens daquela época. Grease – Nos Tempos da Brilhantina foi o grande sucesso de 1978.

O segredo de Brokeback Mountain – O Beijo

Titulo Original: Brokeback Mountain

 

Aproveitando o clima de beijos homossexuais no cinema, esclarecemos que tais cenas só tiveram espaço nas telonas a partir da década de 1970, quando a luta pelos direitos LGBT já estavam em pauta em vários países. E um ótimo filme para assistir ainda com o tema de beijo homossexuais é o famoso “Brokeback Mountain“ aqui no Brasil o filme ganhou o nome de “O segredo de Brokeback Mountain“ e foi um tremendo sucesso por sua originalidade.

“Brokeback Mountain“ é u filme norte-americano canadense do ano de 2005, de gênero romance dramático e foi dirigido pelo cineastra taiwanês Ang Lee a partir de um roteiro escrito por Diana Ossana e Larry McMurtry no final da década de 1990. Este filme teve sua estreia em 9 de dezembro de 2005 nos Estados Unidos, e somente em 3 de fevereiro de 2006 foi estreado no Brasil. Brokeback Mountain venceu o Leão de Ouro no Festival de Veneza, além dos prêmios BAFTA, Globo de Ouro e Independent Spirit Awards de melhor filme e direção.

O filme conta a história de Jack Twist (Jake Gyllenhaal) e Ennis del Mar (Heath Ledger), dois jovens vaqueiros que se conhecem enquanto trabalham juntos em pastoreamento de ovelhas na montanha de Brokeback, no Wyoming, juntos acabam se apaixonam perdidamente um pelo o outro, isso ocorre no ano de 1963.  Como o amor homossexual não é algo que ambos conseguem aceitar, os dois se despedem e resolvem viver suas vidas como se nada tivesse acontecido. Ambos acabam se casam e tem filhos, anos mais tarde, Jack escreve para Ennis dizendo que iria visitá-lo. No reencontro não conseguem controlar a saudade e a enorme paixão entre eles, e se beijam desesperadamente. Enquanto isso, Alma, esposa de Ennis, vê o beijo, e o amor deles deixa de ser só um segredo entre os dois. O filme retrata o complexo relacionamento homossesual de Jack e Ennis, demostra a confusão emocional, sexual e o romântico que eles acabam passando nessa relação, em um curso de dezoito anos.
Elenco:

-Heath                                                                -Jake Gyllenhaal

-Randy Quaid                                                   -Valerie Planche

-David Trimble                                                 -Victor Reyes

-Lachlan Mackintosh                                     -Michelle Williams

-Larry Reese                                                      -Marty Antonini

-Tom Carey                                                         -Dan McDougall

-Don Bland                                                           -Steven Cree Molison

-Anne Hathaway.

 

 

 

O Poderoso Chefão

Mafiosos, intrigas, disputas de poder e um jovem que se transforma para defender a honra do pai. “O poderoso chefão” foi baseado no romance homônimo de Mario Puzo “The Godfather”. Dirigido por Francis Ford Coppola, o filme conta com a atuação dos gigantes do cinema Marlon Brando e Al Pacino.

Em 1945, Don Corleone (Marlon Brando) é o chefe de uma família da máfia italiana de Nova York. Ele apadrinha e protege pessoas em troca de favores. Quando Corleone se recusa a entrar no negócio das drogas se inicia uma guerra de gangues. É então que Michael (Al Pacino), que nunca havia se envolvido com os negócios sujos da família resolve vingar o pai e, frio e calculista, se transforma no novo Don de Nova York.

Há muitos filmes do gênero, dramas policiais que mostram mafiosos, guerras de gangues, traições e defesa da honra, mas nesse universo de filmes “O poderoso chefão” se destaca por ser um tratado sobre o submundo, em que o mundo do crime é mostrado e desvendado, mas com imparcialidade. Ao final de “O poderoso chefão” você provavelmente não saberá dizer se o mundo do crime é bom ou ruim, mas com certeza estará impressionado com a genialidade da história, que envolve o espectador do início ao fim com uma trama inteligente e penetrante.

Premiações

Vencedor de três Oscars, nas categorias  melhor filme,  melhor roteiro  adaptado e melhor ator.

O Filme Mais Picante de Todos os Tempos

Last Tango in Paris (1972) – Último Tango em Paris

 O ”Último Tango em Paris“ estreou nos Estados Unidos e teve uma enorme repercussão na década de 70. Considerado uma obra-prima cinematográfica, o filme contém inúmeras cenas fortíssimas que provocaram vários níveis de censura  no mundo inteiro. Este nada mais é, do que um clássico Europeu, um dos filmes mais picantes de todos os tempos, qualificado como escandaloso e proibido em muitos países por seu alto conteúdo erótico, e suas múltiplas cenas de sexo explicito, exibidas no ano de 1972 (ano de sua estreia), se tornou um sucesso de bilheteria mundial e causou grande polêmica internacional nessa época. A exaltação da imprensa com relação ao filme só gerou um enorme interesse do público, além de muitas criticas condenando a moralidade do filme.

O filme se trata de um drama erótico franco-italiano de 1972, que foi dirigido por Bernardo Bertolucci e suas estrelas principais foram o famoso Marlon Brando e a então desconhecida Maria Schneider. Essa produção resultou a Brando e Bertolucci indicações ao Oscar como melhor ator e melhor diretor.

O filme conta a história de um americano de meia-idade chamado Paul (Marlon Brando) que está em luto por sua mulher que acabou de cometer suicídio, e ao procurar um apartamento anunciado para aluguel, se encontra com uma jovem parisiense chamada Jeannie (Maria Schneider), que também está interessada em alugar o mesmo apartamento. Sem se conhecerem, começam a ter relações sexuais no local. Paul faz questão que não mantenham nenhum outro tipo de relacionamento, assim eles não poderiam trocar informações um do outro, nem mesmo o nome deles deveria ser dito. Pouco tempo depois, Paul aluga o apartamento e o casal permanece se encontrando na casa e mantendo relações sexuais sem maiores informações,o clima entre os dois vai modificando e o interesse passa a ser maior do que somente sexo, em um dia comum como os outros Jeannie vai ao apartamento para mais um encontro com Paul, mas percebe que ele desapareceu, levando suas malas. Mas tarde eles se encontram na rua e ele a leva para uma casa de tangos, lá ele começa a contar sua vida e diz querer iniciar uma relação mais séria com ela, ao romper com o acordo de não contar informações próprias de um para o outro, jeannie se desilude com a situação e rompe o relacionamento com ele, Paul se revolta e sem querer perdê-la, decide segui-la, quando chegam ao apartamento onde Jeannie mora com a mãe, a relação acaba em tragédia. Leia o resto deste post

Confira os Prêmios do Clássico Doutor Jivago

Ficou curioso para ver “Doutor Jivago”? Então aqui vão mais alguns motivos para você assistir esse clássico:

Prêmio Nobel
O livro “Doutor Jivago” de Boris Pasternak, que inspirou o filme,  ganhou o prêmio Nobel de literatura em 1958.

Indicado ao Oscar (1966) em dez categorias 
Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia , Melhor Figurino, Melhor Trilha Sonora,  Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator Coadjuvante (Tom Courtenay), Melhor Edição e Melhor Som.

Vencedor de cinco Oscars (1966)
Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia, Melhor Figurino e Melhor Trilha Sonora.

Indicado ao Globo de Ouro em seis categorias (1966)
Melhor Revelação Feminina (Geraldine Chaplin), Melhor Filme – Drama, Melhor Diretor, Melhor Ator – Drama (Omar Sharif), Melhor Roteiro e Melhor Trilha Sonora.

Vencedor do Globo de Ouro em cinco categorias  (1966)
Melhor Filme – Drama, Melhor Diretor, Melhor Ator – Drama (Omar Sharif), Melhor Roteiro e Melhor Trilha Sonora.

Indicado ao BAFTA em  três categorias ( 1967 )
Melhor Filme, Melhor Ator Britânico (Ralph Richardson) e Melhor Atriz Britânica (Julie Christie).

Vencededor do Grammy (1967 )
Melhor Trilha Sonora Composta Para um Filme.

Indicado à Palma de Ouro no Festival de Cannes (1966 )

Vencedor do Prêmio David di Donatello (1967 )
Melhor Filme Estrangeiro.

 Confira o trailler original de “Doutor Jivago”

As Belas Atrizes do Cinema Clássico

Tem assunto melhor do que Beleza? e beleza no cinema? Nem todas as belas atrizes poderiam ser citadas em um só post, lindas, sexys, simpáticas e muitas, inesquecíveis, marcaram época nas telonas e se tornaram ícones, todas ainda hoje são lembradas e talvez nunca se apaguem da história. Atrizes de diversos lugares do mundo nos deram o prazer de velas em inúmeros filmes que constituíram nossa história cinematográfica, poderíamos ficar dias, posts e posts, falando da beleza de cada uma, mas hoje escolhemos 6 lindas atrizes que fizeram fama e se exibiram nas telas dos cinema para bilhões de pessoas de todas as partes do mundo.

Primeiramente a linda Audrey Hepburn (Ixelles, 4 de maio de 1929 — Tolochenaz, 20 de janeiro de 1993)

Audrey Kathleen Ruston, nascida em Bruxelas (Bélgica) em 4 de maio de 1929, filha única de Joseph Anthony Ruston e de Ella Van Heemstra (que era uma baronesa).  

Audrey Herburn fez diversos filmes que a levaram à fama, Hepburn foi o nome pelo qual ficou conhecida devido suas ótimas atuações no cinema, esse sobrenome foi anexado ao seu de batismo, pelo pai. Sua simpatia e beleza a tornaram símbolo de beleza e ainda hoje é lembrada como uma das mais elegantes e belas atrizes da história cinematográfica.

Ava Gardner também nos encheu os olhos (Grabtown, 24 de dezembro de 1922Londres, 25 de janeiro de 1990)

A linda atriz Ava Lavinia Gardner, ou simplesmente Ava Gardner como sempre foi chamada, é uma das 50 maiores lendas do cinema, segundo a lista do Instituto de cinema norte-americano, bela, simpática e uma perfeita atriz, encarnava seus papeis com muita dedicação, o que resultou em sua fama, foi à atriz norte-americana considerada uma das mais belas atrizes da história do cinema, representando o cinema clássico americano dos anos 1940 e 1950.

A bela Brigitte Bardot

Brigitte Anne-Marie Bardot, conhecida mundialmente como BB ou Brigitte Bardot, nasceu em Paris dia 28 de Setembro de 1934. Sua primeira aparição nas telas foi em 1952, como Javotte Lemoine, no filme “Le Trou normand”, uma atriz e cantora francesa maravilhosa, que nos encantava com seu charme e seus dons da atuação e de voz como ninguém, é considerada o grande símbolo sexual dos anos 50 e 60. Após se retirar do mundo do entretenimento e se afastar da vida pública, tornou-se ativista dos direitos animais.

Elizabeth Taylor linda como sempre (Londres, 27 de fevereiro de 1932Los Angeles, 23 de março de 2011)

Conhecida mundialmente por Liz ou Liz Taylor,  a Sra. Elizabeth Rosemond Taylor (nome original) nasceu em Londres no dia 27 de fevereiro de 1932, Filha dos americanos, Francis Leen Taylor e Sara Viola Rosemond Warmbrodt, que mudaram-se para os Estados Unidos em 1939. Liz começou a carreira cinematográfica ainda criança, e foi descoberta aos dez anos para atuar em filmes. Filmou There’s One Born Every Minute, contratada pela Universal Pictures, mas não teve o contrato renovado. Revelou seu talento participando de filmes infanto-juvenis, como na estreia em 1943 num pequeno papel da série Lassie. Desde então se apaixonou pela atuação, chegando a ganhar algumas premiações.

A beleza de Sophia Loren também já nos encontou muito

Descoberta pelo produtor de cinema Carlo Ponti no set do filme “Africa sotto i mari“, que se tornou algum tempo depois seu marido e pai de seus dois filhos, a atriz Sophia Loren se virou ícone de beleza das mulheres italianas em Hollywood. Sophia Villani Scicolone, nasceu em Roma, Itália, em 1934 e seu talento e beleza conquistou o cinema mundial.

Sophia trabalhou com grandes diretores como Vittorio De Sica, Federico Fellini, Ettore Scola, Robert Altman, Lina Wertmüller, entre outros, e ganhou também diversos prêmios como: Oscar de Melhor Atriz, Melhor Atriz no Festival de Cannes.

E a inesquecível Marilyn Monroe (Los Angeles, 1 de junho de 1926 — Los Angeles, 5 de agosto de 1962)

Marilyn Monroe, esse é um dos nomes mais conhecidos do cinema mundial.

Norma Jeane Mortensen esse é o verdadeiro nome da maravilhosa estrela Marilyn Monroe, nascida em Los Angeles no dia 1 de junho de 1926. É uma das mais famosas atrizes norte-americana do cinema de todos os tempos, símbolo de sensualidade, beleza e atitude. Se tornou ícone de popularidade no século XX.

 Felizmente, essas não são as únicas lindas atrizes do cinema, podendo ser incluídas muitas outras, como: Gene Tierney, Greer Garson,  Greta Garbo,  Ingrid Bergman,  Natalie Wood e  Rita Hayworth. Mas para um post seria demais para os olhos do espectador, essas foram algumas das que merecem destaque por sua beleza e fama exibida nas telas do cinema.

Tempos Modernos – cena